


IDADE - MESES | NÚMERO DE DOSES | REFORÇO |
3 e 5 meses 5 e 7 meses 7 e 9 meses 8 e 10 meses 9 e 11 meses | 2 doses com intervalo de 2 meses | 1 dose aos 12 meses de idade |
10 meses 11 meses | 1 dose | 1 dose aos 12 meses de idade |
12 a 23 meses | Dose única | - |



IDADE - MESES | NÚMERO DE DOSES | REFORÇO |
3 e 5 meses 5 e 7 meses 7 e 9 meses 8 e 10 meses 9 e 11 meses | 2 doses com intervalo de 2 meses | 1 dose aos 12 meses de idade |
10 meses 11 meses | 1 dose | 1 dose aos 12 meses de idade |
12 a 23 meses | Dose única | - |
Farmácias e drogarias vão passar a exigir receita médica na compra de antibióticos a partir do próximo dia 28. Segundo determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ao prescrever esse tipo de remédio, o médico deve emitir duas receitas, uma deve ficar retida na farmácia no momento da compra do medicamento. O estabelecimento que desrespeitar a norma pode ser punido com multa, advertência ou até mesmo ser fechado e ter o alvará de funcionamento cassado. No caso de aplicação de multa, esta pode variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. A regularização da Anvisa quer restringir o uso de antibióticos e permitir que o paciente só faça uso de medicamentos sob estrita prescrição de médicos, únicos profissionais capacitados e habilitados para diagnosticar e determinar a adoção de procedimentos para o tratamento de pacientes.
As embalagens e bulas também terão que mudar e incluir a seguinte frase: “Venda sob prescrição médica – só pode ser vendido com retenção da receita”. As medidas valem para mais de 90 substâncias antimicrobianas, que abrangem todos os antibióticos com registro no país, com exceção dos que têm uso exclusivo no ambiente hospitalar.
O presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM/PB), João Medeiros Filho, alerta a população para a importância da prescrição médica. “O uso inadequado de antibióticos favorece as superbactérias e prejudica a saúde do usuário”, afirmou. Explicou ainda que quando um paciente interrompe o tratamento acaba contribuindo para tornar sem efeitos os medicamentos. “Ele consegue eliminar 80% a 90% das bactérias, mas ficam as resistentes ao antibiótico. Da próxima vez que tiver a doença, o antibiótico não vai mais servir e terá que usar outro”, explicou.
Os cuidados com higiene devem ser seguidos por usuários e profisssionais de saúde presentes em hospitais. Para os visitantes ou acompanhantes de pacientes, o CFM recomenda lavar bem as mãos com água e sabão, antes de tocar no paciente; evitar o contato físico com outros doentes e quando isso acontecer higienizar as mãos; evitar tocar em macas, mesas de cabeceira e equipamentos hospitalares e verificar se o médico ou enfermeiro que atende o doente faz a lavagem das mãos ou assepsia com álcool em gel, antes de examiná-lo.
Para os profissionais de saúde, o CFM recomenda redobrar a atenção com as medidas de higienização. As mãos devem ser lavadas frequentemente com água e sabão e higienizadas, preferencialmente, com preparações alcoólicas para as mãos (sob a forma líquida, gel, espuma e outras) ou com água e sabonete líquido. Todos os produtos devem estar devidamente regularizados na Anvisa.

A Catapora (ou Varicela) é uma doença comum e manifesta-se principalmente na infância. Alguns casos foram registrados em nosso Município e se encontram em acompanhamento pelas Equipes de Saúde da Família.
Saiba mais sobre essa doenças, seus sintomas e o tratamento.
O que é varicela (catapora)?
A varicela (ou catapora) é uma doença comum em crianças, que pode causar problemas graves.
A catapora ocorre em todo o mundo - estima-se que 60 milhões de pessoas (na maioria crianças) contraiam catapora todos os anos.
A catapora é causada por um vírus que é transmitido com muita facilidade de uma pessoa para a outra.
A catapora pode causar problemas graves e, em alguns casos, até a morte.
- Cansaço.
- Cefaléia.
- Erupção cutânea.
- Febre: Temperaturas de até 40,6 ºC (105 ºF) não são raras nos casos graves de catapora, nos quais o corpo fica coberto de erupções.
- Perda de apetite
- O sintoma mais visível da catapora é a erupção cutânea.
A erupção começa no tronco da criança, espalhando-se rapidamente para o rosto, braços e pernas.
A erupção pode se espalhar para dentro da boca, do nariz, das orelhas e de outros orifícios do corpo da criança.
A erupção forma cerca de 250 a 500 vesículas pruriginosas, que começam a cicatrizar em aproximadamente 4 ou 5 dias.
O problema grave mais comum observado em crianças com catapora é a infecção cutânea, que pode resultar em cicatrizes permanentes.
Se seu filho coçar as vesículas da catapora antes da cicatrização, elas podem ficar infeccionadas.
Quando ficam infeccionadas, essas vesículas transformam-se em pequenas ulcerações, que podem deixar cicatrizes permanentes na pele:
Edema cerebral.
Perda de coordenação muscular.
Pneumonia.
Infecção de ouvido.
Herpes zoster (erupção cutânea dolorosa, que pode ocorrer anos mais tarde).
Síndrome de Reye - doença rara, que pode surgir em decorrência do uso de aspirina durante a infecção da catapora (entre os sintomas incluem-se náusea, vômito, cefaléia, cansaço e convulsões).
A CRIANÇA QUE CONTRAI CATAPORA DEVE SER ORIENTADA NO SENTIDO DE NÃO COÇAR AS VESÍCULAS.
- Pelo ar, quando uma pessoa infectada tossir ou espirrar.
- Pelo contato direto com uma pessoa infectada, geralmente através da secreção das vesículas.
- Antes de as pessoas infectadas apresentarem erupção ou saberem que estão com catapora, elas espalham a doença para outras pessoas.
- Uma pessoa com catapora pode espalhar a doença para outras pessoas 1 a 2 dias antes do surgimento da erupção, ou até que todas as bolhas tenham secado, possivelmente depois de 10 dias.
- Se alguma pessoa em sua casa contrair catapora e houver outra que nunca tenha tido catapora, há uma chance de 9 em 10 de que esta última contraia a doença.
A vacinação com uma vacina eficaz, bem tolerada e de alta qualidade contra a catapora é uma das melhores formas de se proteger contra a doença.
Aproximadamente 9 entre 10 pessoas que tomam a vacina ficam protegidas contra a doença.
Se uma criança que tiver sido vacinada contrair catapora, a doença geralmente vai se manifestar de forma muito mais leve, com poucas vesículas, febre mais baixa e recuperação mais rápida.
Sim. A proteção contra a catapora também pode ajudar a evitar outros problemas que ocorrem quando a criança contrai essa doença.
A criança com catapora pode espalhar a doença a outras pessoas. Portanto, deve ficar em casa, sem freqüentar a creche ou a escola, por no mínimo uma semana, ou mais.
A criança com catapora pode espalhar a doença a outros membros da família (tanto crianças como adultos) que não tenham sido vacinados ou que não tiveram a doença.
A criança com catapora pode representar perda de dias úteis de trabalho de um dos pais.
A criança com catapora pode representar maiores gastos com consultas médicas e remédios.
A vacinação contra a catapora é geralmente bem tolerada.
As vacinas contra catapora foram testadas em muitas crianças, adolescentes e adultos sadios.
A maioria das pessoas vacinadas não apresenta efeitos colaterais.
Os riscos da vacina geralmente são menores que os riscos associados à doença.
As reações adversas da vacina contra a catapora geralmente são leves e podem incluir:
- Vermeilhidão, rigidez, dor, ou inchaço no local onde foi aplicada.
- Cansaço.
- Mau humor.
- Febre (não utilize aspirina para baixar a febre - pergunte ao médico ou a alguma enfermeira quais remédios podem ser utilizados). 2
- Podem surgir pequenos nódulos no local onde a vacina foi aplicada; esses pequenos nódulos podem surgir também em outros lugares de corpo.
Seu médico pode lhe dizer se, e quando, seu filho deve ser vacinado.
Qualquer criança, adolescente, ou adulto que não tenha tido catapora deve ser vacinado. Os especialistas médicos recomendam a vacinação contra a catapora para os seguintes indivíduos:
Crianças sadias com 12 meses a 12 anos de idade devem receber uma dose da vacina: Recomenda-se a vacinação de rotina contra catapora para crianças com 12 a 18 meses de idade.
Indivíduos a partir dos 13 anos de idade devem receber duas doses da vacina, separados por um intervalo de 4 a 8 semanas.
Sim. A vacina contra a catapora pode ser administrada concomitantemente a outras vacinas pediátricas, tais como: Sarampo, cachumba e rubéola. DTP (difteria, tétano, coqueluche). HIB (Haemophilus influenzae tipo B). Hepatite B. Vacina contra o vírus da pólio.
Certos grupos de crianças não devem receber a vacina contra a catapora, entre os quais incluem-se:
- Crianças com sistema imunológico enfraquecido (devido a doença ou medicação).
- Crianças com alergias a qualquer componente da vacina.
- Crianças que estejam tomando certos medicamentos.
- Crianças com algumas doenças graves específicas.

O ex-prefeito de Santa Terezinha Zé Afonso, que é médico e atende em um dos PSF daquela cidade, recebeu uma determinação do atual prefeito, Davi Cordeiro, de não atende mais de 32 pessoas, na última quinta-feira, dia 08 de julho no PSF que ele (Afonso) atende, sendo 16 pela manhã e no horário da tarde.
Só que existiam quase cem (100) pessoas para serem atendidas. Então quando chegou às 17h00m (cinco da tarde) os funcionários fecharam as dependências do posto de saúde. Afonso então encontrou uma maneira de atender a todos: Montou uma banca do lado de fora, em uma calçada da rua, atendeu o restante das pessoas, terminando por volta das nove da noite.
Comenta-se na cidade que a medida tomada pelo prefeito se deu pelo fato de Afonso ter rompido que ele (Davi) e está pedindo voto para um determinado candidato a deputado federal que não é o cadidato do prefeito.
Existe informações de que Afonso, mesmo no seu ato de médico, todas as vezes que termina uma consulta, pede o voto da pessoa consultada para o seu candidato, o que é irregular e estaria irritando o prefeito Davi.
Fonte: PATOS ONLINE